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Tinta solar é mais barata e poderá substituir células de silício

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Tinta pode substituir as tradicionais placas que convertem luz do sol em eletricidade. Pesquisadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, desenvolvem uma nova forma de aplicação da energia solar. Células solares em formato de tinta poderão ser aplicadas em superfícies plásticas, de aço inoxidável ou ainda serem colocadas em impressoras. Com isso, poderão converter a luz do sol em energia elétrica.

 


A invenção pode vir a substituir o modo de produção das conhecidas placas solares, que necessitam de altas temperaturas e têm um custo bastante elevado, como diz o engenheiro quimíco e um dos responsáveis pela ideia, Brian Korgel. ‘O sol fornece uma fonte ilimitada de energia, mas as atuais tecnologias de captação dessa energia são bastante caras e dificilmente conseguem competir com os combustíveis fósseis’, diz.

‘Tinta solar’ é mais barata e causa menos danos ao meio ambiente

As células fotovoltáicas, ou células solares, que compõem as placas de energia solar são tradicionalmente feitas de silício. A tecnologia utilizada pela Universidade do Texas propõe uma substituição desse material pela ‘tinta solar’, que utiliza CIGS – seleneto de cobre, índio e gálio – nanopartículas de absorção de luz do sol. Elas são mais baratas e causam menos danos ao meio ambiente, de acordo com Korgel.

Até agora, o protótipo desenvolvido conseguiu uma eficiência de 1% de conversão de luz solar em energia elétrica, no entanto, a meta é chegar a 10%, o que pode ser atingido em um prazo de até 5 anos. ‘Se chegarmos a 10%, haverá um verdadeiro potencial de comercialização. Dessa forma, a tinta poderá ser usada entre 3 e 5 anos’, afirma.

Fonte: Glogo.com

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