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Teste Revela que Sacolas Ecológicas não são Biodegradáveis e Causam mais danos que as Sacolas de Plástico Comum

 Sacolas Ecológicas não são Biodegradáveis

O teste feito pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo provou que os quatro tipos de sacolas disponíveis nos supermercados e mercados de São Paulo não são biodegradáveis e podem trazer tanto prejuízo a natureza quanto as antigas sacolas de plástico feitas de derivados de petróleo.

Sacola de papel é a mais ecológica e lider em biodegradação, já a sacola de plástico comum ficou em segundo lugar!

Os testes foram feitos com as sacolas comum, sacolas de papel, sacolas de amido de milho e sacolas oxidegradável, nenhuma das quatro ficou com índice mínimo de 70% biodegradável nos 45 dias de pesquisa.

sacola de papel ————- 41%
sacola comum —————- 28%
sacola de amido de milho —- 15%
sacola oxidegradável ——– 2%

Sacolas Ecológicas não são Biodegradáveis

Para ser biodegradável, ou seja, para se decompor na natureza, a sacola tem que servir de alimento para as bactérias e fungos. O teste é baseado em que quando os micro-organismos se alimentam do material é liberado gás carbônico e a quantidade de gás liberada indica se o material é mais ou menos biodegradável.

Os cientistas do IPT lembram que nenhum dos materiais testados é indicado para quem se preocupa com a natureza.

[Fonte]

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comentários (2)

  • Joaquim Alves

    Ficou claro que o teste foi realizado a pedido das indústrias de embalagens de papel, razão que explica por si a não inclusão das sacolas de algodão cru. O lobby da indústria de embalagens de papel é muito poderoso e pode financiar um teste caro como esse com finalidade estritamente comercial. A ação em si não é ilegal, apenas incompleta e tendenciosa. Mas está dentro da lei.
    Portanto, o teste é procedente. O que está incompleto no teste é que as sacolas de algodão cru não foram testadas, somente as de materiais reciclados, que ultimamente estão sendo ofertadas nos supermercados, o que não significa que sejam ecológicas. As atuais sacolas dispostas nas grandes redes de supermercados são todas importadas da China e Vietnam, compradas a baixíssimo custo, de longe inviabilizando o uso das sacolas de algodão cru, comprovadamente biodegradáveis por serem de material 100% orgânico e natural.
    A oferta desses materiais reciclados pelos supermercados tem três justificativas: 1) O preço é muito baixo, chegando a custar menos de cinquenta centavos de real, na origem; 2) A lei não proíbe o uso de material reciclado; 3) Muita gente exige material reciclado por achar que está contribuindo com a natureza. É o caso dos tecidos à base de fibras obtidas das garrafas pet. Os tecidos de pet são “um luxo”, virou moda, mas depois disso não há uma segunda reciclagem. Mas tem gente que só segue o que está na moda. Fazer o quê? As pessoas confundem material “reciclado” por “reciclável”.
    O termo “reciclado” significa que o material já sofreu um reaproveitamento após o primeiro uso. Enquanto que “reciclável” significa que o material poderá ter uma ou mais utilizações após o primeiro uso. O problema é que a maioria dos produtos “reciclados” não tem uma segunda chance de reciclagem e por serem feitos de materiais nocivos ao meio ambiente, o perigo continua após o descarte final. O que não ocorre com o algodão cru.
    A falha da lei é que ela proíbe o uso do saco plástico, mas não impede o uso de outros materiais igualmente danosos ao meio ambiente. Falha dos legisladores que não estudam a fundo a questão e saem copiando o que viram “do lado de fora da carcaça” sem entender o conteúdo.

  • Flávio Rodrigues

    Sem comentários, pois nunca vi tanta desinformação juntas e pelo que sinto a Apas deve estar por trás destas informações.
    Como podem usar métodos que nem são os reais para biodegradação em todos os produtos.
    Lamentavelmente vejo que as intenções da Apas são bem maior do que pensei, pois os estudos foram feitos por uma grande emissora que defende os interesses da Apas!!!

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