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Freeganismo – A Rejeição do Consumismo

Freeganismo

 

A palavra Freeganismo vem do termo “freegan”, a fusão de duas palavras inglesas livre (Free) e vegan de vegetariano (vegan). O freeganismo apareceu em meados dos anos 90 do século passado, como uma das manifestações anti-globalização e um estilo de vida alternativo baseado na rejeição e boicote ao consumo, já que os processos produtivos geram exploração de animais e humanos, além de impactos ambientais graves. O freeganismo tem como proposta reaproveitar alimentos e objetos descartados pela sociedade de consumo, reduzindo o desperdício gerado por ela.

 

 

A ideologia freegan é baseada na prática das seguintes ações práticas:

 

Dumpster diving,
Ou mergulho na lixeira, uma especie de garimpo urbano, onde os freegans conseguem viver a partir do que é descartado no lixo por outras pessoas. Lixo de lojas, residências, escritórios, etc. são remexidos em busca de coisas úteis.

Okupas ou squats
Os freegans crêem que moradia é um direito, não um privilégio, e que não é justo mercantilizar algo necessário à sobrevivência humana. Por isto, propõem a ocupação de moradias urbanas abandonadas e a transformação de terrenos baldios em hortas urbanas comunitárias;

Desemprego voluntário
Segundo os freegans, trabalhar é uma troca da liberdade pela submissão a um sistema destruidor. Por meio do garimpo urbano e das okupas, a quantidade de trabalho necessário aos freegans para que vivam é reduzido drasticamente ou totalmente;

Transporte ecológico
Os freegans, para evitar os impactos ambientais e sociais dos automóveis e das rodovias, não utilizam meios de transporte poluentes;

Coletivização e trocas de recursos
Isso visa evitar o descarte de itens, enquanto o garimpo urbano visa obter itens descartados. Por meio da coletivização e das trocas, os freegans conseguem se ajudar;

Retorno ao natural
Os freegans se interessam em evitar a perda da valorização dos ciclos da vida e das estações do ano, e por isto buscam aprender a se alimentar sem supermercados e se curar sem remédios, por meio da familiarização com as plantas circundantes. Outros vão além e se mudam para locais afastados onde constroem comunidades;
[Fonte][Foto]

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